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Arquitetura de Software

CQRS com Event Sourcing na prática
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CQRS com Event Sourcing na prática

CQRS (Command Query Responsibility Segregation) e Event Sourcing formam uma dupla poderosa quando aplicados a domínios complexos. O CQRS separa operações de leitura e escrita em modelos distintos, enquanto o Event Sourcing persiste o estado como uma sequência imutável de eventos. Juntos, eles resolvem problemas que modelos CRUD tradicionais enfrentam em sistemas com alta concorrência, necessidade de auditoria completa e regras de negócio complexas.

05/05/2026
CQRS: separando leituras e escritas
Arquitetura de Software 05/05/2026

CQRS: separando leituras e escritas

O padrão CQRS (Command Query Responsibility Segregation) foi formalmente introduzido por Greg Young e popularizado por Martin Fowler. Sua premissa central é simples, mas poderosa: separar os modelos e operações de leitura (queries) dos de escrita (commands). Em sistemas tradicionais, um mesmo modelo de domínio é usado tanto para ler quanto para modificar dados, o que frequentemente gera compromissos indesejados.

CRDTs: estruturas de dados para colaboração sem conflito
Arquitetura de Software 05/05/2026

CRDTs: estruturas de dados para colaboração sem conflito

Em sistemas distribuídos, conflitos de escrita surgem quando múltiplos nós modificam o mesmo dado simultaneamente sem coordenação central. Arquiteturas tradicionais resolvem isso com bloqueios (pessimista) ou resolução posterior (otimista). Os CRDTs (Conflict-free Replicated Data Types) oferecem uma terceira via: estruturas de dados que, por construção matemática, nunca geram conflitos — mesmo sob concorrência total.

CDN: distribuindo conteúdo globalmente
Arquitetura de Software 05/05/2026

CDN: distribuindo conteúdo globalmente

Uma CDN (Content Delivery Network) é, em essência, um proxy reverso geograficamente distribuído. Seu papel arquitetural é aproximar o conteúdo do usuário final, reduzindo latência e aliviando a carga no servidor de origem. Na prática, a CDN atua como uma camada de cache global que intercepta requisições HTTP e responde com conteúdo previamente armazenado ou dinamicamente gerado nos pontos de presença (PoPs) mais próximos do cliente.

Chaos engineering: testando resiliência em produção controlada
Arquitetura de Software 05/05/2026

Chaos engineering: testando resiliência em produção controlada

Chaos Engineering é a disciplina de experimentar em um sistema de software para construir confiança na capacidade do sistema de suportar condições turbulentas em produção. Diferentemente de testes convencionais, que verificam funcionalidades esperadas, o Chaos Engineering introduz intencionalmente falhas controladas para observar como o sistema se comporta sob estresse.

Circuit breaker e resiliência
Arquitetura de Software 05/05/2026

Circuit breaker e resiliência

Em sistemas distribuídos, falhas são inevitáveis. Um serviço pode ficar lento, indisponível ou retornar erros inesperados. O padrão Circuit Breaker — ou disjuntor — atua como um mecanismo de proteção que interrompe temporariamente as chamadas a um serviço com falhas, evitando que o sistema inteiro seja arrastado para baixo.

Circuit breaker em comunicação entre serviços
Arquitetura de Software 05/05/2026

Circuit breaker em comunicação entre serviços

Em sistemas distribuídos, a comunicação entre serviços é inevitável e, com ela, surge o risco de falhas em cascata. Quando um serviço dependente apresenta lentidão ou indisponibilidade, as requisições acumuladas podem consumir recursos críticos (conexões de banco, threads, memória) e derrubar o serviço chamador. O circuit breaker é um padrão de resiliência que interrompe proativamente as chamadas a um serviço com falha, evitando que o problema se propague.

Clean Architecture: as camadas e a regra de dependência
Arquitetura de Software 05/05/2026

Clean Architecture: as camadas e a regra de dependência

A Clean Architecture foi proposta por Robert C. Martin (Uncle Bob) em 2012, como resposta à crescente complexidade dos sistemas de software modernos. A motivação central é clara: isolar as regras de negócio dos detalhes técnicos — frameworks, bancos de dados, interfaces de usuário e APIs externas. O objetivo é criar sistemas que sejam testáveis, independentes de tecnologia e que evoluam sem dor.

Coesão e acoplamento: as métricas fundamentais
Arquitetura de Software 05/05/2026

Coesão e acoplamento: as métricas fundamentais

Coesão e acoplamento são duas métricas essenciais para avaliar a qualidade de um projeto de software. Elas medem, respectivamente, o quão bem organizadas estão as responsabilidades dentro de um módulo e o quão dependentes os módulos são entre si.

Complexidade acidental vs complexidade essencial
Arquitetura de Software 05/05/2026

Complexidade acidental vs complexidade essencial

No contexto da engenharia de software, complexidade é a medida de quanto um sistema é difícil de entender, modificar e manter. Ela se manifesta em múltiplas dimensões: número de componentes, interconexões, estados possíveis e comportamentos não triviais.