Frontend, UI/UX e Performance Web
05/05/2026
A escolha de um framework front-end é uma das decisões mais impactantes em qualquer projeto de software. Em Temas — Lista Final (1200 temas), essa decisão precisa considerar múltiplas variáveis que vão além da preferência pessoal. Este artigo apresenta um roteiro estruturado para tomar essa decisão de forma consciente e alinhada aos objetivos do projeto.
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05/05/2026
A implementação de dark mode com CSS Variables e sem JavaScript representa uma abordagem moderna que prioriza performance, acessibilidade e simplicidade. Diferente das soluções tradicionais que dependem de JavaScript para manipular classes no DOM ou armazenar preferências em localStorage, esta técnica utiliza recursos nativos do CSS para oferecer uma experiência instantânea e respeitosa com as preferências do usuário.
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05/05/2026
O infinite scroll é uma técnica de UX que carrega conteúdo continuamente conforme o usuário rola a página, eliminando a necessidade de clicar em "próxima página". É amplamente utilizado em feeds de redes sociais, galerias de imagens e listas de resultados de busca. Quando bem implementado, melhora a experiência do usuário ao fornecer fluxo contínuo de conteúdo.
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05/05/2026
Erros de rede no frontend são inevitáveis e podem ocorrer por diversos motivos: timeout de conexão, falha de DNS, restrições de CORS, ou simplesmente o usuário estar offline. É fundamental distinguir entre erros de rede (falha na comunicação) e erros HTTP (respostas do servidor com status 4xx/5xx). Enquanto o segundo indica que a requisição chegou ao destino, o primeiro significa que nem isso aconteceu.
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05/05/2026
Um monorepo é uma estratégia de gerenciamento de código onde múltiplos projetos são armazenados em um único repositório. Para projetos frontend, essa abordagem oferece vantagens significativas: compartilhamento de código entre aplicações, padronização de configurações e visibilidade centralizada de dependências.
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05/05/2026
A construção de tabelas acessíveis começa com a semântica HTML correta. Uma tabela bem estruturada permite que leitores de tela interpretem corretamente as relações entre dados e cabeçalhos.
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05/05/2026
Antes de escrever qualquer código, é essencial definir a arquitetura base. Um sistema de notificações in-app pode ser construído com dois modelos principais: event-driven (orientado a eventos) ou polling (verificação periódica). Para um sistema sem dependências externas, o modelo event-driven é mais eficiente, pois reage a mudanças de estado em tempo real sem consumir recursos desnecessários.
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05/05/2026
Desenvolver extensões para navegadores exige compreender a arquitetura comum entre Chrome e Firefox, baseada em três componentes principais: o arquivo de manifesto (manifest.json), scripts de background e content scripts. O manifesto define metadados, permissões e recursos. No Chrome, o Manifest V3 é obrigatório desde 2023, utilizando service workers no lugar de background pages persistentes. O Firefox adota o padrão WebExtensions, compatível com a API do Chrome, mas com suporte ao Manifest V2 a
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05/05/2026
Cache não é bala de prata. Em sistemas distribuídos, a latência de rede, o custo de armazenamento e a complexidade de consistência tornam o design de cache um dos desafios mais sutis da engenharia de software. A arquitetura de cache em camadas busca endereçar esses problemas explorando o princípio da localidade: dados acessados recentemente tendem a ser acessados novamente, e dados próximos no espaço de endereçamento também.