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Bancos de Dados, Cache e Persistência

Soft deletes em produção: armadilhas e como evitá-las corretamente
Bancos de Dados, Cache e Persistência

Soft deletes em produção: armadilhas e como evitá-las corretamente

Soft delete é uma técnica onde registros não são fisicamente removidos do banco de dados, mas marcados como "deletados" através de uma coluna especial. A implementação mais comum utiliza um campo deleted_at (timestamp nulo quando ativo, preenchido quando deletado) ou uma flag booleana is_deleted.

05/05/2026
SQL vs. NoSQL: guia para escolher o banco de dados ideal
Bancos de Dados, Cache e Persistência 05/05/2026

SQL vs. NoSQL: guia para escolher o banco de dados ideal

Os bancos de dados relacionais (SQL) dominaram o mercado por décadas desde sua criação nos anos 1970, com sistemas como Oracle, MySQL e PostgreSQL estabelecendo padrões robustos de gerenciamento de dados. A maturidade dessas soluções trouxe confiabilidade, transações ACID (Atomicidade, Consistência, Isolamento, Durabilidade) e uma linguagem padronizada para consultas.

SQLite em produção: casos reais onde faz sentido
Bancos de Dados, Cache e Persistência 05/05/2026

SQLite em produção: casos reais onde faz sentido

SQLite é frequentemente subestimado como uma "solução de brinquedo", mas em cenários específicos ele supera bancos cliente-servidor tradicionais como PostgreSQL ou MySQL. O segredo está em entender onde a simplicidade é uma vantagem competitiva.

Técnicas avançadas de caching para aplicações web
Bancos de Dados, Cache e Persistência 05/05/2026

Técnicas avançadas de caching para aplicações web

O cache distribuído é a espinha dorsal de aplicações web escaláveis. Ao migrar de um cache local para uma arquitetura em cluster, surgem desafios como consistência de dados e particionamento eficiente.

Técnicas de otimização de banco de dados MySQL
Bancos de Dados, Cache e Persistência 05/05/2026

Técnicas de otimização de banco de dados MySQL

A otimização de banco de dados MySQL começa com a identificação precisa de gargalos. A ferramenta mais fundamental é o comando EXPLAIN, que revela o plano de execução das consultas.

Particionamento de tabelas no PostgreSQL: quando e como usar
Bancos de Dados, Cache e Persistência 05/05/2026

Particionamento de tabelas no PostgreSQL: quando e como usar

Particionamento de tabelas é uma técnica de design de banco de dados que divide uma tabela grande em partes menores e mais gerenciáveis, chamadas partições. No PostgreSQL, o particionamento nativo foi introduzido na versão 10 e refinado significativamente nas versões 11 e 12. Antes disso, a comunidade utilizava herança de tabelas como solução alternativa, mas o particionamento nativo oferece melhor integração com o otimizador de consultas e funcionalidades como partition pruning.

Polyglot persistence: usando o banco certo para cada problema
Bancos de Dados, Cache e Persistência 05/05/2026

Polyglot persistence: usando o banco certo para cada problema

Polyglot persistence é a prática de utilizar múltiplos sistemas de gerenciamento de banco de dados (SGBDs) em uma mesma aplicação, cada um escolhido para resolver um problema específico de armazenamento. O termo foi cunhado por Neal Ford e Martin Fowler, inspirado no conceito de polyglot programming (uso de múltiplas linguagens de programação em um mesmo sistema).

Postgres full-text search: substitua o Elasticsearch em casos simples
Bancos de Dados, Cache e Persistência 05/05/2026

Postgres full-text search: substitua o Elasticsearch em casos simples

Muitos projetos iniciam com Elasticsearch por medo de que o PostgreSQL não seja capaz de realizar buscas textuais eficientes. Na prática, para cenários de médio porte — blogs, sistemas internos, catálogos com até centenas de milhares de registros — o Elasticsearch é superdimensionado. Manter um cluster Elasticsearch dedicado significa custo operacional com servidores separados, configuração de rede, balanceamento e sincronização contínua entre bancos. Com o PostgreSQL, você elimina toda essa com

Prisma ORM em produção: o que funciona e o que decepciona
Bancos de Dados, Cache e Persistência 05/05/2026

Prisma ORM em produção: o que funciona e o que decepciona

O Prisma ORM conquistou seu espaço no ecossistema Node.js principalmente por oferecer type safety de ponta a ponta. Quando você define um modelo no schema.prisma, o cliente gerado automaticamente reflete exatamente os tipos do banco de dados. Isso elimina uma classe inteira de bugs de runtime que assombram ORMs tradicionais como Sequelize ou TypeORM.

Read replicas: estratégias de consistência eventual
Bancos de Dados, Cache e Persistência 05/05/2026

Read replicas: estratégias de consistência eventual

Read replicas são cópias assíncronas de um banco de dados primário, criadas para distribuir a carga de leitura e melhorar a escalabilidade horizontal. Na arquitetura típica, o primário processa todas as escritas e replica os dados para uma ou mais réplicas de forma assíncrona. Isso significa que as réplicas podem estar ligeiramente desatualizadas em relação ao primário — daí o termo "consistência eventual".