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Arquitetura de Software

Revisão de arquitetura e fitness functions
Arquitetura de Software

Revisão de arquitetura e fitness functions

A revisão de arquitetura é um processo estruturado de avaliação das decisões arquiteturais de um sistema, com o objetivo de garantir alinhamento técnico, detectar riscos precocemente e promover governança evolutiva. Diferentemente da revisão de código, que foca em implementação, legibilidade e padrões locais, a revisão de arquitetura opera em um escopo mais amplo: analisa estruturas de componentes, fluxos de dados, padrões de comunicação e atributos de qualidade como desempenho, segurança e manu

05/05/2026
Saga pattern: transações distribuídas
Arquitetura de Software 05/05/2026

Saga pattern: transações distribuídas

Em arquiteturas monolíticas, uma única transação de banco de dados garante atomicidade, consistência, isolamento e durabilidade (ACID). Quando migramos para microsserviços, cada serviço possui seu próprio banco de dados, rompendo a capacidade de realizar transações distribuídas tradicionais. Uma operação de negócio — como criar um pedido, reservar estoque e processar pagamento — agora atravessa múltiplos serviços, cada um com seu estado independente.

Princípios SOLID: Dependency Inversion
Arquitetura de Software 05/05/2026

Princípios SOLID: Dependency Inversion

O Princípio da Inversão de Dependência (Dependency Inversion Principle — DIP) é o quinto e último dos princípios SOLID, definido por Robert C. Martin. Sua formulação clássica estabelece duas diretrizes fundamentais:

Princípios SOLID: Interface Segregation
Arquitetura de Software 05/05/2026

Princípios SOLID: Interface Segregation

O Princípio da Segregação de Interfaces (ISP) é o quarto dos cinco princípios SOLID, formalizado por Robert C. Martin no final dos anos 1990. Sua definição é direta: "nenhum cliente deve ser forçado a depender de métodos que não usa". Em essência, o ISP defende que interfaces grandes e monolíticas devem ser decompostas em interfaces menores e mais específicas, cada uma atendendo a um conjunto coeso de responsabilidades.

Princípios SOLID: Liskov Substitution
Arquitetura de Software 05/05/2026

Princípios SOLID: Liskov Substitution

O Princípio de Substituição de Liskov (LSP) foi formulado por Barbara Liskov em 1987, durante sua palestra "Data Abstraction and Hierarchy". A definição original estabelece que, se S é um subtipo de T, então objetos do tipo T podem ser substituídos por objetos do tipo S sem alterar as propriedades desejáveis do programa — como corretude, invariantes e comportamento observável.

Princípios SOLID: Open/Closed
Arquitetura de Software 05/05/2026

Princípios SOLID: Open/Closed

O Princípio Open/Closed (OCP) é o segundo dos cinco princípios SOLID de design orientado a objetos, formulado originalmente por Bertrand Meyer em 1988. Sua definição clássica estabelece que entidades de software (classes, módulos, funções) devem estar abertas para extensão, mas fechadas para modificação. Isso significa que você deve projetar seus componentes de forma que novos comportamentos possam ser adicionados sem precisar alterar o código já existente e testado.

Princípios SOLID: Single Responsibility
Arquitetura de Software 05/05/2026

Princípios SOLID: Single Responsibility

O Princípio da Responsabilidade Única (SRP — Single Responsibility Principle) é o primeiro dos cinco princípios SOLID, formalizado por Robert C. Martin. Sua definição clássica estabelece que uma classe deve ter apenas um motivo para mudar. No contexto da arquitetura de software, essa definição se expande: cada módulo, componente ou camada deve ter uma única responsabilidade bem definida dentro do sistema.

Projeto final: desenhando a arquitetura de um sistema real do zero
Arquitetura de Software 05/05/2026

Projeto final: desenhando a arquitetura de um sistema real do zero

Vamos projetar a arquitetura de uma plataforma de streaming de vídeo educacional — a "EduStream". O objetivo de negócio é oferecer cursos em vídeo com baixa latência, alta disponibilidade e recomendações personalizadas para uma base global de 10 milhões de usuários ativos mensais.

Rate limiting e throttling em APIs distribuídas
Arquitetura de Software 05/05/2026

Rate limiting e throttling em APIs distribuídas

Rate limiting e throttling são mecanismos complementares, mas distintos. Rate limiting estabelece um teto absoluto de requisições que um cliente pode fazer em uma janela de tempo — uma vez atingido o limite, novas requisições são rejeitadas. Throttling, por outro lado, suaviza o fluxo de requisições, permitindo que o cliente continue operando, mas com velocidade reduzida após exceder um patamar.

Observabilidade: logs, métricas e traces
Arquitetura de Software 05/05/2026

Observabilidade: logs, métricas e traces

Observabilidade é a capacidade de inferir o estado interno de um sistema a partir de seus dados externos. Diferentemente do monitoramento reativo, que apenas dispara alertas quando métricas predefinidas são violadas, a observabilidade preditiva permite explorar comportamentos inesperados sem necessidade de instrumentação prévia para cada cenário.