Categoria

Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos

Como aplicar o padrão bulkhead para isolamento de falhas
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos

Como aplicar o padrão bulkhead para isolamento de falhas

O padrão bulkhead, também conhecido como compartimentação, tem sua origem na engenharia naval, onde navios são divididos em compartimentos estanques para evitar que uma avaria em uma área inunde todo o navio. No desenvolvimento de software, esse princípio é aplicado para isolar componentes de um sistema, garantindo que uma falha em um módulo não se propague para outros módulos.

05/05/2026
Como aplicar o padrão competing consumers para processamento paralelo
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Como aplicar o padrão competing consumers para processamento paralelo

O padrão competing consumers é uma arquitetura de mensageria onde múltiplos consumidores competem por mensagens em uma mesma fila, garantindo que cada mensagem seja processada por exatamente um consumidor. O objetivo principal é balancear a carga de trabalho entre consumidores concorrentes, permitindo processamento paralelo e escalabilidade horizontal.

Como aplicar o padrão CQRS em aplicações complexas
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Como aplicar o padrão CQRS em aplicações complexas

O padrão CQRS (Command Query Responsibility Segregation) propõe a separação explícita entre operações que modificam o estado do sistema (Commands) e operações que apenas leem dados (Queries). Em vez de usar um único modelo de dados para leitura e escrita, como ocorre em arquiteturas tradicionais, o CQRS sugere modelos distintos e otimizados para cada finalidade.

Como aplicar o padrão hexagonal em projetos modernos
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Como aplicar o padrão hexagonal em projetos modernos

O padrão hexagonal, também conhecido como Ports and Adapters, foi introduzido por Alistair Cockburn em 2005 como uma resposta ao acoplamento excessivo entre lógica de negócio e infraestrutura. Sua motivação central é permitir que o domínio da aplicação seja testado, evoluído e mantido independentemente de tecnologias externas como bancos de dados, frameworks web ou serviços de terceiros.

Como aplicar o padrão priority queue para processamento diferenciado por SLA
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Como aplicar o padrão priority queue para processamento diferenciado por SLA

O padrão priority queue em sistemas distribuídos consiste em filas que organizam mensagens por níveis de urgência, onde cada elemento recebe um valor de prioridade que determina sua posição de processamento. Diferente de filas FIFO tradicionais, as priority queues ordenam as mensagens de forma que as de maior prioridade sejam consumidas primeiro, independentemente da ordem de chegada.

Como aplicar o padrão strangler fig em migrações graduais
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Como aplicar o padrão strangler fig em migrações graduais

O padrão Strangler Fig (figueira-estranguladora) tem sua origem na natureza: uma espécie de figueira que cresce ao redor de uma árvore hospedeira, gradualmente substituindo seu sistema de suporte até que a árvore original morra, deixando apenas a figueira em seu lugar. Na engenharia de software, esse padrão descreve uma estratégia de migração incremental onde um sistema legado é progressivamente substituído por um novo sistema, sem interrupção do serviço.

Como aplicar o padrão two-phase commit com segurança em sistemas críticos
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Como aplicar o padrão two-phase commit com segurança em sistemas críticos

O protocolo two-phase commit (2PC) é a base para garantir atomicidade em transações distribuídas que envolvem múltiplos recursos. Em sistemas críticos — como processamento financeiro, controle de estoque ou sistemas de saúde — a consistência dos dados não pode ser negociada.

AI Agents vs workflows: quando orquestrar e quando deixar o modelo decidir
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

AI Agents vs workflows: quando orquestrar e quando deixar o modelo decidir

Workflows e AI Agents representam dois extremos de um espectro de automação. Um workflow é uma sequência previsível de passos orquestrados por lógica determinística — cada etapa sabe exatamente o que fazer e para onde ir. Já um AI Agent é uma entidade autônoma que usa modelos de linguagem para decidir quais ações tomar, em qual ordem e com quais ferramentas.

Algoritmos de load balancing: Round Robin vs Least Connections
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Algoritmos de load balancing: Round Robin vs Least Connections

O balanceamento de carga (load balancing) é uma técnica fundamental em sistemas distribuídos que distribui o tráfego de rede entre múltiplos servidores. Seu objetivo principal é garantir alta disponibilidade, escalabilidade e desempenho consistente, evitando que um único servidor se torne um gargalo. Em arquiteturas modernas — como servidores web, APIs RESTful e malhas de microsserviços — o balanceador de carga atua como um ponto central de entrada, encaminhando requisições de acordo com algorit

Anti-patterns de microsserviços: o que não fazer
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Anti-patterns de microsserviços: o que não fazer

Microsserviços prometem escalabilidade, autonomia de equipes e resiliência. No entanto, quando implementados sem disciplina, geram sistemas mais frágeis e complexos que um monólito bem estruturado. Este artigo explora os anti-patterns mais comuns e como evitá-los, usando exemplos práticos de código.